O Melhor Está Por Vir

transtornopoetico:

Procuro me conhecer
Abraço minha sombra e minha luz
Elas se ajudam e é o que me conduz
Iluminando a desinformação do meu ser
Em um caminho que sinto crescer
É descobrir a parte do Universo que há em mim, evoluir
Acordando outro Eu que parecia dormir
Precipitar o futuro onde tudo deu certo
E quem sabe esteja muito perto
O melhor está por vir!

- Transtorno Poético, J. Victor Fernandes.

(via oxigenio-dapalavra)

"Esse é o problema com a bebida, pensei, enquanto me serviu uma bebida. Se algo ruim acontece, você bebe em uma tentativa de esquecer, se acontece algo de bom que você bebe, a fim de celebrar, e se nada acontece, você bebe para fazer algo acontecer."
- Charles Bukowski (via segredou)

(via segredou)

Libelo

oxigenio-dapalavra:

Não mais trarei justificações
Aos olhos do mundo
Serei incluído -pormenor esboçado-
Na grande Bruma.

Não serei batizado,
Não estarei doutorado,
Não serei domesticado
Pelos rebanhos
Da terra.

Morrerei inocente
Sem nunca ter
Descoberto
O que há de bem e mal
De falso ou certo
No que vi.

Roberto Piva

(via oxigenio-dapalavra)

"É preciso transgredir para aguçar a imaginação. A inspiração poética brota do alívio que traz a insanidade, da possibilidade de amar em via única."
- Elisa Bartlett  (via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)

adeus

cantamor:

você ainda me lê?
ainda visita a minha página
enquanto toca 505?

tudo bem tudo bem
você partiu e nem disse até mais
adeus
talvez
quem sabe?

ficou um buraco imenso
mas já passou
dentro dele não há
nenhum vestígio seu
certo?

tudo bem
nós nunca nos entendíamos mesmo
câncer é complexidade pura
à flor da pele

sem mais delongas
eu também estou indo nessa
e caso você ainda passe por aqui
não quero nenhuma resposta

seja
feliz

boa vida pra você

encontrei a sua definição: efêmero

(via cantamor)

Também peço que suma, querido surto.

Eu sinto o surto que chega.
Mais uma vez.
Mãos geladas, suadas e inquietas.
Esse surto me move, por mais que me desnorteie.
“O que é isso? ”, eu me pergunto.
E espero…
Até meu próprio silêncio me perturba.
Nem eu mesmo sei a resposta.
E as mãos não esquentam.
Mas, ao menos, se aquietam.
Nem eu mesmo entendo minhas linhas.
Nem eu mesmo entendo essa sensação.
E torço.
Torço e fecho os olhos.
E peço.
Peço, para seja lá o que for,
Que tais palavras sejam só manchas na tela desse computador.
Ah,
Quanta inveja daqueles que não as entendem.
Sim, sinto tal inveja.
Queria não as ter compreendido.
Elas.
As palavras que me trouxeram o surto.

Guliard

(via oxigenio-dapalavra)


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